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Grupo com novo diretor: Elias Andreato
Grupo com novo diretor: Elias Andreato

🎭 Premiado e com mais de 40 anos de carreira, Elias Andreato começou neste mês de fevereiro/2025 como novo diretor teatral do Paulistano. Tendo protagonizado mais de 50 peças e dirigido outras 80, ele chegou para “conhecer e desenvolver o grupo e ajudar nas escolhas, para contribuir”, em suas palavras.

No contato com sua nova turma, na noite de terça-feira (19), afirmou que seu objetivo é trabalhar com os associados para que os espetáculos propostos se tornem realidade. “Realizar um trabalho neste universo é o mais difícil nesse mundo, realizar um processo e ir até o fim”, disse Andreato.

O diretor admitiu sua impressão sobre o Paulistano, com quem passa a trabalhar pela primeira vez. “O Clube tem grande uma importância para a sociedade, um privilégio de grandes esportistas, faz um alto investimento em cultural e teatro, tem o Sarau, é algo maravilhoso.”

Experiente, Andreato tem extenso currículo. Recebeu os importantes prêmios Shell e APCA. Foi protagonista de peças como como “Diário de um Louco” (1980), “Van Gogh” (1993), “Oscar Wilde” (1997), “Doido” (2009), “Equus” (2012) e “Esperando Godot” (2016). Dirigiu produções como “Visitando o Sr. Green” (com Paulo Autran), “A Última Sessão de Freud” (com Odilon Wagner) e “Meu Deus!” (com Irene Ravache), além de atuar em espetáculos experimentais e na adaptação de textos clássicos e contemporâneos.

Ele ainda participou de produções de TV como “Suave Veneno”, “Minha Nada Mole Vida” e “Beleza Pura”, todas da Rede Globo onde, como roteirista, colaborou também com o humorístico “Sai de Baixo”. No cinema, atuou em mais de dez produções, entre curtas e longas-metragens. Na música, dirigiu shows de grandes artistas da MPB. Ministrou workshops e dirigiu montagens também no exterior.

Novidades para 2025
Novidades para 2025

O pássaro azul de Maurice Maeterlinck – espetáculo Infantil nos dias 8/junho,15/junho e 12/outubro.
Na véspera de Natal, os irmãos Tyltyl e Mytyl, recebem a visita da fada Bérylune, que procura um pássaro azul. A filhinha da fada está doente e precisa da ave para ser feliz. Bérylune pede que Tyltyl e Mytyl encontrem o pássaro azul.

Maurice Maeterlinck escreveu o “O Pássaro Azul” em 1908. Além de óperas e musicais, a peça teatral ganhou várias versões no cinema. A mais famosa delas é a refilmagem de 1940, com a então estrela mirim da 20th Century Fox, Shirley Temple. No Brasil, o livro “O Pássaro Azul” foi publicado pela primeira vez em 1962, pela editora carioca Delta, com tradução do poeta Carlos Drummond de Andrade, introdução do historiador francês François Albert-Buisson, além de ilustrações do pintor Louis Touchagues.

A menina que vendia fósforos de Hans Christian Andersen – espetáculo adulto em temporada de 13 a 16 de novembro.
Remontagem do espetáculo de 2010 (https://youtu.be/eNvDE8YjupA). A Pequena Vendedora de Fósforos, A Menina dos fósforos ou a Vendedora de fósforos (em dinamarquês: Den Lille Pige med Svovlstikker, que significa “A menina com os palitos de fósforo”) é um conto do poeta e escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. A história trata de uma menina que tentou se aquecer ao acender os fósforos mas que morre com o frio e o cansaço, e foi publicado pela primeira vez em 1845.

Espetáculo de Natal apresentação em 14 dezembro.